Sexta-feira, 19 Fevereiro de 2010
Ainda à sombra do 80º aniversário da Obra no passado dia 14 de Fevereiro - tertúlia com a Gabriela Malvar que foi começar o trabalho da Obra no Brasil…
As Olimpíadas estão na sua 17ª Edição e este ano contam com presenças de Braga, Viseu, Estoril, Lisboa e... Porto! Além das provas desportivas (atletismo, voleibol, basquetebol), o programa inclui: jogos tradicionais, jogos de destreza mental, percurso pedestre, uma visita de solidariedade, tertúlias e, como sempre, surpresas!
Inscrições Abertas!
Aquela noite tão especial, que todos nós conhecemos, estava-se a aproximar. Os pais de Catarina e ela enfeitavam a casa, o que demorou algum tempo, pois a casa era grande e eles gostavam de ter tudo direitinho para o grande dia, que é o Natal!
Catarina tinha 12 anos, era pequena e magra. Ela estava desejosa que chegasse o dia 24 de Dezembro, não só porque era Natal, mas porque ia estar com os seus primos, Rita de 4 anos, João de 6, Joana de 15 e André de 8, uma vez que alguns deles só os via nesta altura do ano.
Até que chegou o dia! Estavam todos contentes, e o espaço à volta da árvore ia diminuindo pois cada vez que chegava alguém… o número de prendas aumentava. Catarina e os primos puseram a conversa em dia e ficaram a falar tempos e tempos, até que a mãe da Catarina a chamou e disse:
- Vai ver se está tudo direito na sala para irmos jantar!
Catarina assim o fez. Quando chegou á sala e apreciou os copos brilhantes de cristal, que só eram usados em ocasiões especiais como o Natal. Os pratos pintados á mão enfeitados com motivos de natal como pinheiros, pinhas, bolas, estrelas, presépios…! Mas o que lhe saltava mais à vista era os guardanapos, apesar de estarem escondidos debaixo das facas eram muito bonitos e ela admirava-os bastante!
Voltou para junto dos primos e um deles pediu para irem ver como estava o tempo lá fora. Estava a nevar! Eles, muito felizes, foram brincar com a neve, pois era raro nevar naquele sítio.
Quando chegou a hora do jantar, voltaram todos para dentro de casa. Tremiam por todos os lados, pois lá fora estava um frio de rachar! A tia Margarida serviu o bacalhau a todos e sentou-se no seu lugar. Ainda não estava sentada e já estavam todos a conversar sobre coisas de crescidos, era o que eles diziam quando os mais novos perguntavam! Depois de muita conversa, vinha o mais delicioso, as SOBREMESAS!!!!!
Passou-se algum tempo, e já não faltava muito para a meia-noite! As crianças começavam a ficar ansiosas para poderem abrir todas aquelas prendas!
De repente a avó Ester exclamou:
- Mas afinal o que é que estamos a celebrar? É o natal associado aos presentes, ou o nascimento do menino Jesus?????
Pensando no assunto, a pequena Rita afirmou:
- Avó tem toda a razão! Quando chegar a meia-noite não nos devíamos preocupar em abrir todos estes presentes!....Devíamos, sim, cantar os parabéns ao Menino Jesus!
Toda a família deu uma grande gargalhada...Mas pensando bem, a mais nova da família tinha razão! Por isso, quando chegou a tão desejada hora de desembrulhar todos aqueles presentes, que se encontravam debaixo da árvore de Natal, a preocupação de toda a família, NAQUELA NOITE TÃO ESPECIAL, não foi fazer o habitual, mas, foi sim, cantar aquela música que se canta quando todas as pessoas fazem anos, incluindo Jesus!
- “ Parabéns a você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida. Hoje é dia de festa, cantam as nossas almas para o menino Jesus, muitas salvas de palmas!”
Raquel Andorinha Ferreira, Secção B
Sábado, 28 de Novembro de 2009
Sábado, 7 de Novembro de 2009

5.º e 6.º
Cambalhotas & Piruetas; Teatro; Artes & Bugigangas; Ti-nó-ni; Culinária; Volley e Basket; Jornalix.
7.º e 8.º
Atelier de Pintura; Dança; Ginástica de solo e acrobática; Viola; Curso de Cozinha; Teatro; Jornalix, Basket; Volley; Banda.
9.º-12.º
Good look (Saber estar. Saber falar); Atelier de Pintura; Dança; Ginástica de solo e acrobática; Viola; Curso de Cozinha; Teatro; Jornalix, Basket; Volley; Banda.

download do folheto Good Look
Especial 9º ao 12º ano
À Sexta…
Meditação; Banda; Volley; Basket
Sábado de manhã... Rampa solidário
Sábado à noite (mensal)... Cineforum
Natal – Viagem no tempo… até à Batalha de Aljubarrota
Carnaval – Um acampamento no Rampa e Olimpíadas de Inverno
Páscoa – Aventuras além Tejo e Caminho de Santiago
Verão – O Plano de Férias no Porto e fora do Porto
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Começamos o dia com o “Lema do dia” que foi a Isabelinha Girão que nos explicou o que queria dizer. A seguir fomos para a biblioteca onde o Sr Padre Fonseca Pires nos explicou o que é a Missa. Demorou mais ou menos um quarto de hora e foi giro. Depois seguimos para o metro em direcção ao Laboratório Aberto do IPATIMUP onde fizemos um pega-monstros e uma vela. No final fizemos uma visita de solidariedade num lar onde nos mostraram as instalações todas.
Posted by Teresinha S. (Rampinhas)
O Centro Hípico de Leça foi uma experiência muito divertida! Todas andámos nos cavalos. A Carolina Santos não queria andar com medo de lavar um coice do cavalo, mas depois de a convencermos até quis repetir!
Fizemos também um peddy-papper excitante e um pouco difícil. No fim todas recebemos um rebuçado!
Posted by Helena F. & Filipa A.P. (Rampinhas)
Para nós, Rampas 1, o PF'09 do Rampa está a ser fantástico. As actividades estão a ser super divertidas! Desde os gelados à piscina, tudo nos agrada!
As nossas aventuras rampísticas tiveram início nos escorregas do Aquaparque de Amarante. Passámos uma tarde alucinante e molhada (claro!).
Já no segundo dia, mudámos de cenário e partimos para a Aguda. Desta vez o programa incluía uma visita ao Museu das Pescas e Aquários. Logo a seguir refrescámo-nos com uma tarde inteira passada na praia.
Na Quarta ficamo-nos pelo Rampa entretendo-nos com as pulseiras e brincos que aprendemos a fazer.
Como boas rampistas que somos, gostamos de conviver com a Natureza. Fizemos um bike-papper no Fluvial e, depois de uma tarde a pedalar, fomos refrescar-nos na piscina.
Na quinta-feira tivemos um programa variado: começámos o dia a fazer mergulho na Sra da Hora e em seguida aproveitámos o jardim para almoçar. Já com a barriga cheia, passámos o resto da tarde no Laboratório do IPATIMUP e visitámos um Lar de idosos. No fim não faltaram os gelados!
O dia seguinte foi muito preenchido: desde o slide à escalada, uma caça ao tesouro (debaixo de chuva!). Enfim, o Diverlanhoso manteve-nos animadas!
Apesar de estes dias já estarem quase no fim, ainda nos resta a expectativa de uns dias de convívio divertidos!
Posted by Rosarinho M., Teresinha M. & Luísa S.T. (Rampas I)
No dia 29 de Junho, segunda-feira, o Rampa foi ao Aquaparque em Amarante. Andámos em vários escorregas e nadámos nas várias piscinas. A piscina dos bebés era muito fria! Parecia um congelador! Tinha uns jactos de água muito divertidos que saíam de uns tubos.
A maioria de nós gostou mais dos escorregas porque podíamos escorregar em posições diferentes.
Posted by Rosarinho L.C., Sofia C., Francisca A., Carolina S. & Carolina A.P. (Rampas I)
Nós gostámos muito do Aquaparque onde andámos nos escorregas e nadámos na piscina.
Na 6ª feira também achámos muito divertido fazer slide à chuva!
Fizemos pulseiras e brincos o que foi muito fixe! Também gostámos muito da visita de solidariedade e da actividade “Mãos na massa” (fizemos pizza!).
Foi giro lanchar alfumas vezes na praia.
Até agora, o PF foi um bom bocado de tempo de férias!
Posted by Inês, Carminho, Beatriz, Raquel, Sofia &
Maria João (Rampas I)
Na segunda-feira passada, primeiro dia do Plano de Férias, rumámos em direcção a Amarante para que pudéssemos desfrutar de uma tarde divertida e bem passada no Aquaparque. Almoçámos e dirigimo-nos aos escorregas. Todas gostámos muito deste dia porque foi uma boa oportunidade de fazermos novas amizades e conhecermo-nos melhor.
Posted Sofia F., Filipa S., Joana M., Mariana J. & Helena B. (Rampas I)
Achámos que as monitoras tiveram boa imaginação para locais de passeio.
Gostámos dos jogos e brincadeiras e de andar a pé (para perder uns quilinhos)
As melhores actividades foram: aquaparque, imiciação ao mergulho, aprender a dança das Olimpíadas, cozinhar pizza e fazer bijuteria.
Posted by Maria Tété & comp. (Rampas I)
Terça-feira, 10 de Março de 2009
"As melhores Olimpíadas de sempre!", como todas disseram, incluindo eu, no fim daqueles quatro dias tão espectaculares! Mas agora, pensando bem, lembro-me que esta frase foi sempre dita no fim de cada uma das Olimpíadas. Isto porque em cada ano estamos novamente com as amigas que fizemos nos anos anteriores, para além de ainda fazermos novas amizades. "Quem veio uma vez vai querer repetir", como diz o nosso hino! E, para além do hino, muitas outras músicas foram cantadas vezes sem conta, tanto pelas claques durante os jogos (muitas até ficaram roucas) como por todas nós de manhã, à tarde e à noite. Mas este ano, não só estivemos sempre a cantar, como também a contar imensas anedotas (com as quais muitas vezes não conseguíamos parar de rir). Está sempre toda a gente bem disposta nas Olimpíadas, exceptuando apenas as despedidas onde, para muitas, é quase inevitável não chorar. Claro que tenho pena que este tenha sido o meu último ano como associada, mas espero voltar para o próximo como monitora! Se assim for, terei que deixar de cantar "É moni! É lixo! É fora!", como todas dizíamos a brincar nos jogos entre as associadas e as monitoras, e passar a dizer: "É moni! É fixe! É dentro!".
Posted by Rita L. (Secção C)




Terça-feira, 7 de Outubro de 2008
Toca o despertador às 7h35m e ao acordar já cheirava a eucalipto do Gerês.
Foi vestir num ”trás”, fazer a cama num vrummm e sair de casa. O meu pai por estar tão contente com a minha ida ao Gerês levou-me ao meu sítio preferido durante as férias: o Rampa!!!
Saí do carro, entrei no Clube e fui para a sala do piano e espero… espero… espero… Até que se fez luz e fui espreitar o ginásio onde reinava grande agitação. Estava o ginásio cheio de rampinhas e de rampas e tinham acabado de anunciar que tinha chegado o autocarro. Pego na mochila com toda a minha tralha e vou para o autocarro. Não tenho bem a certeza se passado 30 minutos já achava o caminho muito longo, se estava a ficar enjoada ou só ansiosa. Mas a viagem foi animada cantei, pulei, “palrei” e por fim chegámos! Canoas, gaivotas e o máximo… ski-bóia. (…)
Posted by Leonor F. (Rampinha)
O Plano de Férias de 2008 do Rampa foi uma nova experiência para todas. Foi importante porque aprendemos a respeitarmo-nos umas às outras, a darmos valor a nós próprias, a sermos bem-educadas, valentes, alegres, organizadas, etc. E tudo isto através do Jogo dos Lemas e da ajuda das nossas monitoras.
As actividades realizadas ao longo do Plano de Férias foram muito divertidas e variadas mas aquela de que mais gostámos foi a do passeio ao Gerês. Apesar de chover a potes ninguém se queixou e fizemos todas as actividades previstas sem nos importarmos com o tempo. (…)
Posted by Joana M., Mariana J., Sofia F. & Sofia S. (Rampinhas)
Adorei o Plano de Férias do Rampa! Fizemos montes de actividades desportivas mas também educativas. O programa para os 7 dias no Porto foi sempre divertido e fizemos de tudo um pouco: fomos visitar um museu que era num barco, fomos à praia, ao Gerês, ao Jardim Zoológico da Mais, andámos a cavalo, andámos de barco na Ria de Aveiro. Para mim o melhor dos dias foi a 6ª feira porque fomos ao Gerês fizemos ski-bóia e andámos de gaivota e de canoa e depois ainda fomos a Esposende a uma piscina de ondas. Gostei muito de tudo.
Posted by Teresa S. (Rampinha)
para alunas do 4º ao 11º
para alunas do 4º ao 11º
download do folheto do plano de férias 2008
para alunas do 9 º ao 11º ano
para alunas do 10º ao 12º ano
para alunas do Ensino Secundário e Universitário
para todas a partir do 8º ano
Segunda-feira, 20 de Maio de 2008
A história começa com um simples amor de Verão entre dois jovens de classes sociais diferentes, o Noah e a Allie, e que se transforma numa linda história de amor e numa luta travada entre ela e a sua famíla. Depois de uma série de desencontros e da decisão drástica da família de Allie - colocar um fim àquele relacionamento - o jovem casal é então afastado durante uma série de anos. Certo dia, Allie volta a ter notícias de Noah através de um jornal, o que vai reavivar a sua memória e mais importante do que isso a sua paixão escondida, e agora também mais uma vez proibida, uma vez que Allie está noiva de um jovem que pertence a uma das famílias mais importantes da época.
Mas o que eles viveram no passado foi forte e, pelo menos mais uma vez, ela terá de ver Noah, para poder prosseguir com a sua vida. Esse pensamento não a deixa até ao dia em que decide finalmente ir ao seu encontro. O tão esperado encontro corre como o esperado: o falar do passado, o recordar uma história vivida, mas o esconder de algo que ainda existe. Quando Allie decide voltar no dia seguinte a casa de Noah, é então consumada a verdadeira paixão dos dois quando se entregam nos braços um do outro. Neste momento levanta-se um grande dilema: ficar com o Noah ou continuar os seus planos futuros de casar com o noivo… A escolha cai certamente sobre Noah, era impossível deixar fugir aquilo que lhes escapou há alguns anos atrás…
Viveram um vida com muitas emoções, preenchida com recordações, filhos e com um amor que, apesar da idade, não se apaga e que se vê ameaçado por um terrível mal: a doença de alzheimer.
Esta doença é um pouco cruel, pois rouba o que de mais bonito existe no ser humano, que é a sua memória e as suas recordações. No entanto, de repente, vemo-nos perante o amor de um casal perto do final da sua vida e com a tentativa constante de voltar a proporcionar ao outro momentos mágicos como tantos outros que já existiram. Ele, que acompanha a sua esposa nesta luta contra a sua doença, apesar de ele próprio também sofrer de vários males próprios da sua idade, todos os dias lê-lhe, num livro já meio gasto, uma linda história de amor, na esperança de a fazer lembrar, nem que fosse por breves instantes, essa mesma história.
É no fim deste fantástico livro que ficamos a saber que o idoso que todos os dias se aproxima daquela senhora e lhe lê uma linda história de amor é Noah que vê agora Allie, o amor da sua vida com a terrível doença de alzheimer, e todos os dias lhe lê a sua história de amor.
Mas, será que depois de terem vivido um grande amor, Allie se vai lembrar do passado? Será que se vai lembrar que aquela maravilhosa história fala sobre a vida deles? Será que por alguns instantes se lembrará de tudo e voltará para Noah?...
Posted by Joana Abreu (secção B)
Há cem anos, na América, nascia uma menina loira. O pai e a mãe estavam muito felizes.
Chamaram-lhe Helen Keller.
Por volta dos dezoito meses, Helen adoeceu. E, quando ficou boa, os pais aperceberam-se de que ela já não via nem ouvia nada. Tinha-se tornado cega e surda.
Entretanto, crescia, brincava, comia e corria, como as outras crianças, só que não se lhe podia explicar, dizer ou mostrar nada.
Nós, que vemos, sabemos que o mar é azul, vemos o sorriso da Mãe e do Pai, vemos os animais e tudo o que se passa na nossa casa, lá fora, na rua, nos campos e por todo o lado.
Helen não via nada.
Nós, que ouvimos, ouvimos a voz dos nossos pais, ouvimos o ruído dos carros e ouvimos música….
Helen não ouvia nada.
Em todo o lado, ouvimos sempre qualquer coisa, mesmo à noite, quando dormimos…
Quando se é surdo, não se compreende o que dizem as pessoas, por que é que se riem, por que se zangam, por que falam.
Não podemos repetir as palavras, para aprender o nome das coisas.
Não podemos falar para perguntarmos o que queremos.
E, sobretudo, não temos palavras para pensar.
Os que são apenas cegos têm ouvidos para ouvir e perceber o que se passa à sua volta.
Os que são apenas surdos, têm olhos para ver e compreender o que se passa ao seu redor.
Mas ser ao mesmo tempo surdo e cego, é terrível! É como se estivéssemos sempre sós no silêncio e na noite.
Helen estava assim, completamente só no silêncio e na noite.
Os pais não sabiam o que fazer para lhe explicar as coisas. Muitas vezes, Helen enfurecia-se e partia tudo o que encontrava, rasgava as roupas, comia com as mãos e atirava o prato ao chão, batia na irmã mais nova e gritava.
Então, os pais choravam porque não sabiam o que fazer para lhe ensinar o que ela não sabia, e para lhe fazer compreender que a amavam muito.
Helen estava muito triste. Muitas vezes, ficava sentada no chão e chorava o dia inteiro. Helen estava só no silêncio e na noite e sentia-se muito infeliz.
Os pais deixavam-lhe fazer tudo o que ela queria. Nunca a castigavam, e Helen era ainda mais infeliz.
Quando fez sete anos, os pais tiveram uma boa ideia: pediram a uma professora para vir morar com eles. Chamava-se Ann Sullivan e tinha dezoito anos. Já tinha sido cega, mas fora operada e agora via.
Estava decidida a ajudar crianças cegas.
Conhecia muitos jogos para cegos. Mas Helen era cega e surda, e Ann não sabia se conseguiria vir a “falar” com Helen.
A princípio, Helen era muito mazinha com a sua professora e não queria aprender nada. Não gostava de ser mandada porque estava habituada a fazer tudo o que queria.
Mas Ann era muito paciente. Ensinou-lhe muitas coisas: enfiar pérolas, tricotar e coser. Separar os objectos redondos dos quadrados, e os duros dos moles. E, pouco a pouco, Helen tornou-se gentil e asseada. Não se podia servir dos olhos nem dos ouvidos, mas tentava compreender muitas coisas com as mãos. E foi com as suas mãos que Helen aprendeu a falar.
Um dia, Ann, tocando-lhe nas mãos, fê-la compreender, enfim, que lhe ensinava, deste modo, o nome das coisas. Percebeu, assim, que tudo tinha um nome: as coisas, os animais, as pessoas.
Aprendeu o seu nome, “Helen”, e “Papá” e “Mamã” e “Professora”. E quando Helen tocava com as suas mãos nas do pai, dizendo Papá, ele chorava de alegria. Era formidável.
Então, Helen aprendeu a ler seguindo com os dedos as letras para os cegos. E, mais tarde, conseguiu falar com a sua voz; mas era muito difícil, porque não ouvia o que dizia.
Helen era muito inteligente e aprendia depressa. Queria saber tudo. Foi à escola com Ann, que a acompanhava para todo o lado e lhe dizia, com as mãos, tudo o que diziam as professoras. E Helen fazia os trabalhos de casa na sua máquina de escrever. Tornou-se tão inteligente que passou num exame difícil em que nenhuma rapariga do seu país tinha conseguido passar.
Helen tornou-se célebre e todos queriam conhecê-la.
Viajou muito. Foi a todos os países explicar às pessoas que era preciso ocuparem-se das crianças surdas e cegas, porque elas também podiam compreender, aprender como ela, e serem felizes.
Helen sabia que tinha tido muita sorte: tinha uns pais que a amavam e que haviam podido pagar uma professora só para ela. E, sobretudo, tinha Ann, que era muito inteligente, paciente e simpática...
Helen gostaria que todas as crianças cegas e surdas fossem ajudadas e amadas como ela foi.
E agora, graças a Helen Keller e a Ann Sullivan, sabemos ocupar-nos melhor de crianças que não vêem nem ouvem.
Posted by Joana Rita (secção B)
“A Lua de Joana” é uma história triste. Pretende demonstrar que o convívio entre pais e filhos é muito importante! A droga é um problema que afecta muitas pessoas e que, muitas vezes, não é fácil sair dela… Joana é uma adolescente que perde a sua melhor amiga e que vai entrar num mundo de solidão. Os seus pais só pensam no trabalho e no dinheiro e o seu irmão inventa histórias para conseguir o que quer. Apenas a avó Ju lhe liga e fala com ela, mas, um dia, acaba por morrer e Joana começa a andar com más companhias: Rita – a que levou Marta e Diogo a entrar no mundo da droga…
Como, penso eu, todas já sabem, a Península Ibérica foi invadida no sec. IV a.C. pelos romanos.
Em Ribeira de Pena, travaram-se muitas batalhas (caso não saibam). Viriato, que foi um chefe lusitano (Portugal na altura chamava-se a Lusitânia) e ofereceu grande resistência aos romanos, tinha um truque, ou melhor um super truque. Ele encurralava os romanos em vales e depois, tanto de um lado como do outro , atirava-lhes pedras.
Em Ribeira de Pena, havia um local estratégico para praticar este truque. Mas, também havia um grande problema. No meio do vale circulava um rio. Como o rio era de fortes correntes, Viriato não quis arriscar ir de barco para a outra margem. Ora, isto gerou uma grande polémica entre os lusitanos. Como é que eles haviam de passar para o outro lado da montanha se não tinham como o fazer?
Para resolver este problema, Viriato telefonou a um amigo arquitecto (não, não me enganei, ele telefonou mesmo), pois havia tido uma ideia. Então contactou o seu amigo Miguel Ângelo. No princípio, este teve um pouco de receio pois, como todos sabem, arranjar lugar para estacionar o carro em Ribeira de Pena não era nem é fácil. Mesmo com este problema de estacionamento, Miguel Ângelo foi.
O artista escutou a ideia de Viriato e considerou-a fantástica. Então pôs mãos à obra. Reuniu-se com os seus cinco amigos de confiança. Eram eles D. Afonso Henriques, Luís de Camões, Fernando Pessoa, Camilo Castelo Branco e Albert Einstein. A reunião chegou a realizar-se mas não correu lá muito bem. D. Afonso Henriques só se preocupava em realizar uma estratégia para vencer a mãe, Luís de Camões só escrevia decassílabos, Fernando Pessoa declamava “ O Mostrengo” o tempo inteiro, Camilo Castelo Branco só contava histórias de uma porta e Albert Einstein só se preocupava com a teoria da relatividade.
Com estas ajudas, Miguel Ângelo percebeu que não iria muito longe. por isso, em vez dos cinco preciosos patetas amigos, recorreu à ajuda de um computador “Toshiba”, um camião TIR da “Luís Simões” e dois guindastes da “Flor de Liz” para construir a sua ponte. Mas não é uma ponte qualquer... É a primeira ponte suspensa na história de Portugal (penso eu).
Mas esta ponte não valeu de nada a Viriato pois este, mal foi edificada, morreu assassinado.
Posted by Luísa Russo (secção B)
Cúmulos:
Cúmulo da joaninha:
Comprar creme para tirar os pontos negros
Cúmulo do cordeiro:
Ter uma fome de lobo
Cúmulo do exagero:
Pôr manteiga no Pão de Açúcar
Cúmulo da distracção:
Dar um beijo ao bengaleiro, pôr o casaco na mulher e quando chega o almoço comer o guardanapo e limpar a boca ao bife
Cúmulo da paciência:
Encher uma piscina com um conta-gotas
Cúmulo da força:
Costurar com a linha do comboio
Definições loucas:
Detergente: prender pessoas
Ratificar: tornar-se rato
Tigre de Bengala: tigre muito velho
Torta: sobremesa que nunca está direita
Um é maior que dois quando é um milhão
Um monge veste sempre a mesma roupa porque é um hábito
Qual é a melhor maneira de calar o Mundo?
É tirar-lhe o N.
Horizontais: Verticais:
2- Autor de Lucky Luke 1- Autor de Astérix
4- Autor de Mafalda 3- Autor de Spirou
5- Autor de Calvin & Hobbes 6- Autor de Tintin
Era uma vez, uma família de ursinhos; o Pai Urso, a Mãe Urso, o Ursinho Mel, a Ursinha Bolachinha, a Ursinha Miguitas, o Ursinho Papinha e a Ursinha Dominó, que eram gémeos e ,por fim, o Ursinho a quem todos chamavam Bali. Os oito moravam numa bela casinha, bem no meio do bosque.
Certa manhã, a Mamã Urso fez deliciosas papas de aveia como de costume. Porém, as papinhas, que eram as preferidas de todos os ursinhos desta família, que ,como não podia deixar de ser, fazia parte da AFUN (Associação de Famílias de Ursos Numerosas) estavam muito quentes. Sendo assim, a mamã Urso propôs que fossem dar uma voltinha pela floresta, enquanto as papas arrefeciam.
Enquanto eles estavam fora, apareceu por ali uma menina de cabelos loiros que se chamava Alice. Ela morava do outro lado da floresta, numa vila, e costumava ir ao bosque apanhar amoras.
Quando se aproximou da casinha dos ursos, já muito cansada de tanto andar e com fome, resolveu bater à porta:
- Está alguém em casa? Posso entrar?
Mas ninguém respondeu. Assim, ao perceber que a porta estava apenas encostada, resolveu entrar.
Ao entrar, deparou-se com uma mesa forrada com uma bela toalha de xadrez e, em cima da mesa, havia oito tigelinhas de papas de aveia. Como estava com muita fome, e não viu ninguém na casa, resolveu provar a iguaria. Provou, então, da tigela maior mas achou-a muito quente. Provou da tigela do meio e achou-a muito fria. Provou a papinha da tigelinha menor que era do Ursinho Bali e achou-a deliciosa, não resistiu e comeu-a toda.
Após comer a papa toda, a Alice foi em direcção à sala. Lá encontrou oito cadeiras, e, como estava muito cansada, resolveu sentar-se. Achou a primeira cadeira muito grande e levantou-se a seguir. Sentou-se, então, na cadeira do meio, mas achou-a desconfortável e grande demais. Sentou-se na cadeirinha menor que era do Ursinho Bali e achou-a muito confortável e num bom tamanho. Porém, sentou-se tão desajeitadamente que a quebrou.
Ainda cansada, a Alice resolveu subir as escadas. Encontrou um quarto com oito caminhas de diferentes tamanhos. Tentou deitar-se na cama maior, mas achou-a muito dura. Deitou-se na do meio e achou-a macia demais. Deitou-se na menor e achou-a muito boa. Estava tão cansada que não resistiu e acabou por adormecer. Enquanto ela dormia, os ursinhos voltaram do passeio. Foram logo à cozinha para comer as papas, estranharam a porta aberta, e logo perceberam que alguém havia estado ali.
- Alguém mexeu na minha papa! - estranhou o Papá Urso.
- Alguém comeu da minha papa! – disse a Mamã Urso.
- Alguém comeu a minha papa toda! – barafustou o Ursinho Bali
Os ursos dirigiram-se para a sala.
Papá Urso olhou para sua cadeira e exclamou:
- Alguém se sentou na minha cadeira!
A Mamã Urso reclamou:
- Alguém também se sentou na minha cadeira!
O Bali, chorando, queixou-se:
- Alguém quebrou a minha cadeirinha!
Os oito subiram as escadas, e foram em direcção ao quarto.
O Papá Urso olhou para sua cama e perguntou:
- Quem se deitou na minha cama?
A Mamã Urso olhou para sua cama e disse:
- Alguém esteve deitado na minha cama!
O Ursinho Bali, muito assustado, gritou:
- Alguém está deitado na minha caminha!
A Alice acordou com o grito do Ursinho e ficou muito assustada ao ver os oito ursos bravos a olhar para ela. Em seguida o Papá Urso disse:
- Então foste tu que andaste a mexer em tudo…
- Fui sim, estava tão cansada e com tanta fome… Mas peço desculpa porque não devia ter entrado na vossa casinha sem pedir autorização.
- Pois não, nem comer a minha papa, nem quebrar a minha cadeira, nem amachucar a minha cama! – exclamou o Ursinho Bali
- Desculpem-me. Hoje portei-me mesmo muito mal… - reconheceu a Alice
- Pois foi. Nós desculpamos. Mas agora diz-me uma coisa: se tinhas sempre oito papas, oito cadeiras e oito camas, porque é que escolheste sempre as do Ursinho Bali?
- Porque ele é do meu tamanho e, por isso, para mim era melhor.
- Ah… Por isso é que não usaste a minha… - exclamou a Mamã Ursa.
- Nem as nossas – exclamaram todos os ursinhos em coro menos o Bali.
A Alice estava então a preparar-se para ir embora quando se lembrou:
- Eu estive a apanhar amoras e acho que chegam para todos.
- Que bom! – exclamaram todos.
E todos comeram com prazer. No fim, os Pais Ursos disseram à Alice que o que ela tinha feito não tinha sido bonito mas que tinha sido muito simpática por isso, que voltasse quando quisesse para brincar com os Ursinhos. E ela assim fez.
E foi assim que todos ficaram amigos.
Posted by Anita Flores (secção B)
Segunda-feira, 24 de Março de 2008
Quando todas chegámos ao Rampa foi uma animação levar as coisas para a carrinha, subir e descer no elevador e pôr a nossa conversa em dia.
No fim de tudo estar empacotado e pronto, dividimo-nos da seguinte forma: umas para a camioneta e outras para a carrinha. Chegámos a Ribeira de Pena, pousámos as coisas em casa e fomos para a piscina. Lá fizemos muitos jogos como por exemplo corridas a pares, saltos da prancha, campeonato de basquetebol aquático, passar pelo arco debaixo de água, jogar à apanhada e muitas outras coisas divertidas! No final desta grande e boa tarde passada na piscina, fomos para casa estafadas de tanto nadar e comemos o nosso jantarzinho à lareira, bem quentinhas.
Na tertúlia desse dia, jogámos ao "Taboo", um jogo muito engraçado do Rampa, é parecido ao "Party and Company" mas que tem um boneco chamado “Bernardo Borracha” que serve para fazer mímica e é mesmo muito giro! (a Teresinha G. foi um máximo a fazer!). Quando esta maravilhosa tertúlia acabou, fomos todas para os nossos quartos e, como estávamos tão cansadas, não fizemos partidas à noite.
Na quarta-feira acordámos e fomos tomar o pequeno-almoço, arranjar farnéis de almoço e partir muito apressadas até ao museu do linho que era muito giro e baboso! (ficámos a saber que a saliva das senhoras serve para ligar os fios de linho!…)
Depois desta divertida visita, fomos fazer uma caminhada muito grande pelo meio da floresta onde tudo estava cheio de lama e cocós de cabra! Mas, sem contar com isso, foi muito giro. Andámos muito e, por fim, chegámos a uma ponte cuja estrutura era praticamente toda feita de arame e por isso tinha o nome de "Ponte de Arame". Comemos nessa ponte o nosso rico farnel de almoço na companhia de um cão com olhinhos tristes que acabou por nos deixar.
Seguimos então e chegámos a uma parte em que uma vaca olhava para nós, havendo só uma linha a separar-nos dela. Quando passámos pela vaca tivemos de subir umas escadas que estavam completamente a pique e quando acabámos de as subir todas, estava uma camioneta à nossa espera. Aqui começou o roteiro camiliano.
Neste caminho vimos coisas sobre Camilo Castelo Branco, um ratinho e um grande e bonito cavalo ao qual quase todas demos uma festinha.
No fim deste grande dia, umas foram à Missa e outras foram arranjando o jantar. Quando as que tinham ido à Missa voltaram, fomos jantar "o comer" que as outras tinham feito e que estava muito bom! Duas senhoras muito simpáticas quiseram fazer-nos uma sopinha de couve quentinha e deliciosa para acrescentar ao nosso jantar!
Depois de tudo estar arrumadinho, fomos fazer uma tertúlia com teatros fixolas. Ao acabarmos a tertúlia, fomos para a caminha, pois o dia seguinte ia ser muito importante. A Teresinha G., a Carminho M., a Catarina S. e eu ainda tentámos fazer uma partida de noite mas a Madalena B. estragou os nossos planos porque tem um sono muuuuuuuiiitooo leve.
Ao amanhecer, estávamos todas fora das camas com as malas empacotadas e prontas para irmos ao...Parque Aventura.
Fizemos um percurso aventura que tinha pontes perigosas, slide, escalada e plataformas aventureiras. Todas nós completámos o percurso com sucesso. Quando este acabou, regressámos ao Rampa de camioneta. Depois de nos despedirmos, fomos para as nossas casinhas sempre com a lembrança deste fantástico convívio.
Obrigada às nossas queridas monitoras que vieram acompanhar-nos nestes dias tão bons!
Posted by Madalena O.
Domingo, 16 de Março de 2008
A “Vida Económica” editou um livro infantil, escrito por Miguel Sobral Domingues, um escritor com apenas 11 anos.
“Magia na floresta” é o título do livro que foi apresentado ao público, na FNAC do Porto. A apresentação contou com as intervenções de Maria de la Fuente, directora do Rampa e de Maria Eduarda e Maria João ambas associadas do Clube, com 13 e 10 anos, respectivamente.
O Eng. João Luís de Sousa, Director do Semanário Vida Económica, pediu a colaboração do Rampa para este evento por considerar, na sua experiência de pai da Maria Eduarda e da Maria João, que o Clube ajuda a potenciar a criatividade, o espírito de iniciativa, a autonomia, o afã de superação e a promoção de valores das suas associadas.
Na apresentação do livro, a mãe do autor, Cristina Vaz de Almeida, explicou aos presentes como se pode ajudar uma criança de 11 anos a materializar o sonho da publicação de um livro. A Maria Eduarda destacou a originalidade da história e a sensação de imprevisto e aventura que o livro transmite aos leitores e a Maria João, por seu turno, sugeriu ao autor a publicação de um novo conto, dando continuidade ao enredo deste. A Maria de la Fuente salientou a grande facilidade para a escrita, a criatividade e a imaginação que o Miguel demonstra ter, bem como os valores que o livro transmite. A Maria exprimiu ainda o seu convencimento de que é necessária muita audácia para escrever um livro aos 11 anos; e - considerando que um livro é sempre um pensador que ajuda a reflectir, um observatório e um professor diferente…- felicitou o autor do livro dizendo “Hoje temos aqui um professor chamado Miguel, de 11 anos, que nos dá uma lição maravilhosa”.
Posted by Rampa
Sábado, 15 de Março de 2008
No sábado, dia 15 de Março, festejámos o dia do Pai do Rampa.
Houve teatro!
A peça de teatro foi um trabalho criativo, conjunto, no qual participaram todas as actrizes. A ensaiadora foi a Madalena B. que, com a ajuda da Rita L. e da Mariana M., levaram a bom termo todo o trabalho.
A peça é uma história policial - um crime - ao estilo de Agatha Christie... mas com um fim bem rampista!
O nome da peça ainda está por decidir… “Crime no Hotel!” ou “Alto! Isto é muito suspeito!” ou “O mistério do amigo desdentado” ou… Aceitam-se sugestões!
Posted by Rampa
Sábado, 9 de Março de 2008
Depois de uma campanha eleitoral aguerrida e de umas eleições muito emocionantes… foram eleitos os Conselhos de Secção para este ano.
A tomada de posse teve lugar no dia 9 de Março, com toda a pompa e circunstância, como é habitual!
Lindos discursos, muitas promessas, grandes emoções!
Bom trabalho… é o que desejamos e…promessas CUMPRIDAS!
Posted by Rampa
Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
Este filme relata a experiência verídica de dois polícias da Autoridade Portuária de Nova Iorque, John McLoughlin e Will Jimeno (interpretados por Nicolas Cage e Michael Peña, respectivamente), que, juntamente com outros colegas, ficaram soterrados debaixo dos escombros das torres gémeas no fatídico dia do atentado. McLoughlin e Jimeno sobreviveram após 12 horas debaixo de cimento e metal, os seus companheiros não.
O filme acompanha a agonia destes dois homens, que contam apenas um com o outro, para não se deixarem adormecer e para manterem a fé. Mas nenhum deles é mostrado como herói. O único que se aproxima de algum tipo de heroísmo é o marine Dave Karnes (Michael Shannon), que parece isolado na sua determinação de encontrar sobreviventes. Infelizmente, é também ele o mensageiro de um desejo de vingança (as notas finais referem que ele participou posteriormente em duas missões no Iraque).
“World Trade Center” é um filme sobre entreajuda e faz-nos entrever o sofrimento… É pena – a meu ver – aquela subtil semente de vingança.
Stone é mestre em mostrar… mais do que em dizer. Faz pensar. Trabalha muito bem a imagem: a sombra de um avião, a agitação do embate, as cenas de desmoronamento, a restrição física dos escombros (e dos dois protagonistas), tudo isto aliado a uma boa montagem. Tem ainda o mérito de conseguir que um filme que vive de duas horas de conversa entre dois homens imobilizados e desfalecidos não seja a coisa mais aborrecida do mundo.
Posted by Micas
Temos que dar as boas-vindas à Rita G. que se estreou nestes serões de Cineforum!
[Comentário by Rampa]
Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008
No dia 27/12, depois de a advogada (uma mãe do clube) ter conferido as assinaturas da autorização de saída do país, (FINALMENTE) partimos, (com um atraso considerável e também com uma considerável e proporcionada animação)! (2) Na viagem, cantámos, contámos anedotas e até mesmo histórias de terror ao anoitecer e rezámos o terço. Parámos apenas para almoçar e lanchar. Não parámos em Almeida (pelo atraso com que íamos…), mas ouvimos a pesquisa preparada (3). Quando chegámos ao Clube RETIRO (chama-se assim porque está mesmo ao lado do Parque do Retiro, um parque muito grande de Madrid) jantámos e fomos dormir.
No dia 28/12, depois de tomarmos o pequeno-almoço e de prepararmos os farnéis, fomos de camioneta até ao Palácio Real. O motorista que conduzia a camioneta, que quase nunca se encontrava sem mastigar uma pastilha elástica (!), era simpático e ainda não percebo como foi capaz de nos aturar! No Palácio Real vimos candeeiros enormes, salas magníficas, desde salas cobertas de lindas pinturas a salas adornadas apenas com porcelanas. Na sala do trono admirámos os leões de bronze que o “guardavam”. No pátio enorme do Palácio podíamos ver o palácio espaçoso que tinha incontáveis janelas. (As guias desta visita - Carminho, Ana Catarina e Sara - vestiram-se a rigor para serem guias e guias do Palácio Real!!!)
Quando saímos, fomos até ao parque de atracções de Madrid. Antes de entrar almoçámos as magníficas sandes de pasta de frango! No parque havia milhões de divertimentos. Três montanhas russas vertiginosas, pêndulos que baloiçavam perigosamente, “queda livre” como lhe chamávamos eram as diversões mais aterradoras. Numa das montanhas (TORNADO) estávamos presas por cima e os nossos pés baloiçavam livremente e nos loopings podiamos abaná-los no ar.
Mas aquilo a que nem todos se aventuravam era ao ABISMO ou “cor-de-laranja” como batizámos aquela montanha-russa. Parava a meio e voltava para trás, dava loopings e espirais onde mal se ouviam os gritos devido à altura e velocidade. Quando saímos do parque tivemos a certeza de ter vivido uma aventura inesquecível!!!

Fomos à missa à Catedral da Almudena. É uma igreja enorme e muito bonita e como em muitas outras igrejas tem um orgão grande e espectacular!
Após a missa fomos jantar fora! Quando finalmente conseguimos arranjar lugar para 21 pessoas sentámo-nos à mesa. O empregado, muito simpático, aconselhou-nos pão com calamares que comemos alegremente entre milhões de parvoíces. Divertiam-nos as caras espantadas de alguns clientes e empregados a verem-nos fumar cigarros falsos (4). Além disso, a Madalena entretinha-nos com o seu dente prestes a cair.
Regressamos ao Clube RETIRO e, depois de uma divertidíssima tertúlia, fomos dormir, descansando daquele dia formidável cheio de aventuras, actraciones e divertimentos.

Observações:
(1) O que está entre parentesis não é da autoria da Sofia mas comentários à margem feitos pelo Rampa!
(2) À partida cada uma recebeu o seu “road book”, pessoal e intransmissível. O road book tinha uma cronologia de acontecimentos históricos e culturais de Portugal e de Espanha, que começava no ano 0, com o nascimento de Cristo! Ao longo destes dias fomos preenchendo o “livro” com aquilo que íamos vendo e visitando procurando colocar os dados na sua época e tentando relacionar acontecimentos…

(3) Para este convívio dividimos a preparação das várias visitas que iríamos fazer entre várias pessoas. As respectivas encarregadas íam, portanto apetrechadas com todas as informações que tinham conseguido recolher sobre os locais e no momento indicado faziam luzir os seus conhecimentos e… todas beneficiámos com esses trabalhos de investigação!
(4) Neste dia, 28 de Dezembro, celebra-se em Espanha o dia dos “santos inocentes” e o ambiente de Madrid era carnavalesco! Na Plaza Mayor havia um mercado onde se vendiam as mais variadas coisas cabeleiras, máscaras etc. também cigarros falsos que pareciam mesmo a sério! Passámos por aqui mesmo antes de jantar…
Posted by Sofia R.
Obs. O que está entre parêntesis não é da autoria da Luísa mas sim comentários, à margem, feitos pelo Rampa!
No terceiro dia do nosso convívio, acordámos e depois das habituais filas para o chuveiro, arrumações, etc. vestimo-nos e fomos tomar o pequeno-almoço. Depois preparámos os farnéis - desta vez cachorros e pão com queijo ou fiambre ao gosto de cada uma - e pusemo-nos a andar! Nesse dia a Marta e a Mariana guiaram uma visita por Madrid. Passámos pela Plaza Cibeles, uma das grandes e principais praças da cidade, vimos a porta da cidade “Puerta del Sol” etc. etc. Foi na Plaza Cibeles que vimos o primeiro Presépio do dia! Estes presépios que vimos são muito diferentes dos que estamos habituadas a ver; são muito grandes e não se reduzem à cena do nascimento do Menino Jesus. Representam muitas outras cenas da Bíblia relacionadas com esse nascimento.

Dirigimo-nos depois ao mais famoso Museu de Espanha. Ficámos de boca aberta quando vimos a quantidade de pessoas que estavam à porta, á espera de entrar! Com as nossas cantorias e a paciência das Monitoras, após uma hora de espera, lá chegou a nossa vez de entrar. Mas atenção porque essa hora foi compensadora pois conseguimos com uma viola, um guarda-chuva e as nossas vozes, fazer um tal espectáculo que até houve quem nos desse 1 €! Dentro do Museu do Prado ”estudámos” em especial três pintores: Velazquez, Goya e Murillo, cada um com um estilo muito próprio.
Gostámos muito! O que mais me impressionou foi o Goya pois nota-se na evolução dos seus quadros como uma doença mental o afectou! É muito impressionante esta evolução. No Velasquez estivemos muito tempo a ver o quadro que se chama “As Meninas” enquanto a Marta ia chamando a atenção para vários pormenores desse quadro.
Depois desta longa, cansativa e fantástica visita aumentámos a nossa cultura Luso-Espanhola, com a colaboração da Madalena Otero, Teresinha Girão, Joana Faria e Joana Nestor! Estas artistas, acompanhadas à viola pela Marta, ofereceram-nos uma demonstração do que é uma tourada! Foi um momento alto e de grande galhofa para todas!
Depois da tourada e do almoço fizemos uma visita mais pormenorizada à Plaza Mayor, à Puerta del Sol, à Gran Via etc. A Mariana contou-nos alguns episódios da vida de S.Josemaria Escrivá passados nestas zonas.
Percorremos a pé algumas ruas desta zona histórica da cidade, aquilo a que se chama normalmente Madrid dos Áustrias. Neste percurso descobrimos uma loja de doces que foi a nossa perdição! Fomos à missa à Basílica de S. Miguel onde vimos mais um grandioso presépio!

Ao fim do dia regressámos à nossa casa ao pé do Jardim do Retiro. Enquanto tomavam banho as do turno da noite preparámos o jantar, rolo de carne e batatas fritas.
Jantámos, fizemos tertúlia e dormimos bastante descansadinhas!
No dia seguinte acordámos todas com alguma angústia pois sabíamos que era o dia da partida! Cumprimos as nossas rotinas habituais da manhã, banhos, pequeno-almoço, limpeza, preparar farnéis…, preparámos as mochilas para a partida, cada uma guardou o seu farnel e, como a camioneta já estava à porta, despejámos a casa e carregámos a camioneta! Algumas Monitoras foram agradecer a nossa estadia às simpáticas senhoras que se encarregam daquele Clube onde ficámos alojadas nestes dias e ofereceram-lhes, em nome de nós todas, uma garrafa de vinho do Porto!
Partimos de Madrid e fomos visitar o Escorial. É um Mosteiro fantástico que a Mafalda estudou muito bem e do qual nos falou também muito bem. Assistimos à Missa nesse mosteiro o que foi um grande privilégio: assistir à Missa num sítio tão bonito. Almoçámos num pátio mesmo em frente do Escorial, o almoço estava muito bom -pão com pasta de atum e pão com queijo ou fiambre â escolha de cada uma. Voltámos para a camioneta e continuámos a viagem porque tínhamos pela frente uma grande viagem até casa...
Vimos o filme do E.T.
Parámos em Salamanca para uma visita à Plaza Mayor e à Universidade! (Estivemos imenso tempo a tentar descobrir a rã que está na parede da entrada da Universidade, no meio de muitas outras figuras… E conseguimos! A tradição diz que não se acaba o curso se não se consegue descobrir a rã… Menos mal que conseguimos! Salamanca está cheia de rãs de todas as formas e feitios! É uma espécie de mascote da cidade como a nossa Rã Pinha é a mascote do Rampa!)
Continuámos a viagem. Pouco depois parámos numa Estação de Serviço já em Portugal. Era sinal de que faltava pouco tempo para chegar ao Porto! Assim foi, chegámos ao Porto pouco tempo depois. Foi uma alegria ter os pais e a família à nossa espera… mas também uma tristeza sentir que o convívio acabara!
Posted Luísa R.
Domingo, 27 de Janeiro de 2008
Um autocarro tem 7 pessoas dentro
Cada pessoa tem 7 mochilas
Dentro de cada mochila há 7 gatos grandes
Cada gato grande tem 7 gatos pequenos
Todos os gatos têm 4 pernas cada
Quantas pernas vão dentro do autocarro?
Posted by Clara Flores
2, 10, 12, 16, 17, 18, 19...
Posted by Micas
Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2007
Então estás apta para este jogo…
Posted by Rampa Clube
Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
Este ano a tradicional Festa de Natal do Rampa foi no Domingo, dia 16 de
Dezembro.
Para entrada tivemos como já é habitual a missa, em que, como não podia
deixar de ser, o Coro do Rampa deu o seu melhor.
De seguida tivemos um lanche de Natal recheado de todos os bolos, bolinhos e
bolitos que as Mães das associadas arranjaram com muito carinho.
E quando toda a gente já estava satisfeita começaram as apresentações:
1. *Dança Jazz* de todas as secções;
2. *Sketch: Pastilha Elástica* da Secção A;
3. *Ginástica Acrobática* novamente com todas as secções;
4. *Teatro: Veneno dos Ratos* pela Secção A;
5. *Violas* das secções B e C de todos os grupos (com músicas de
Natal em que foram dados à assistência instrumentos e a letra das músicas
para que pudessem acompanhar as associadas);
6. *Fotografias* do Plano de Férias e das actividades (de Setembro a
Dezembro) e uma pequena reportagem do Campo de Trabalho em Cabo Verde;
7. *Teatro de Natal* pela Secção A;
Durante a festa funcionou o *Saco Cheio* uma venda que reverte em
ajudas para as meninas com dificuldades económicas poderem frequentar as
actividades do Clube.
E finalmente acabou a festa.
Posted by Anita Flores
Houve ainda uma entrega de certificados às que fizeram o Curso de
Comunicação. Uma entrega muito solene! Ah... E a festa foi apresentada, brilhantemente, por duas das participantes desse Curso!
Segundo as contagens do Rampa estiveram 187 pessoas na festa. Número
que inclui a Catarina Girão!!!
[comentário by Micas]
Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007
Está a chegar o convívio de Natal! Uma visita pela História e pela Arte de Portugal e de Espanha!
Aqui ficam sete perguntas para ver como estamos de Cultura geral…
1. Em que distrito português fica a vila de Almeida?
2. Onde estudou o célebre matemático português Pedro Nunes?
3. Vamos passar por uma cidade que se chama Tordesilhas… O que é que este nome faz lembrar?
4. Quantos Filipes governaram Portugal?
5. Quem foi Velasquez?
6. Que obra “imortalizou” Cervantes?
7. Filipe IV de Espanha (III de Portugal), Miguel Cervantes e Diego Velasquez foram contemporâneos?
Posted by Rampa Clube
1. No distrito de Guarda.
2. Pedro Nunes estudou em Salamanca (Espanha) e em Lisboa (Portugal).
3. Tratado de Tordesilhas, assinado a 7 de Junho de 1494, entre Portugal e Castela (actual Espanha).
4. 3 Filipes (Dinastia Filipina).
5. Foi um pintor espanhol.
6. D.Quixote.
7. Sim, foram.